Mais marketing que saúde - ... e o começo da reabilitação

 | 24.07.2008

Livro conta como fabricantes de medicamentos "criam" doenças, patrocinam pesquisas e fazem lobby milionário para vender cada vez mais remédios aos consumidores americanos

 

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Por Cristiane Correa

EXAME O suíço Daniel Vasella, presidente da Novartis, é um dos expoentes da indústria farmacêutica mundial. Médico de formação, ele decidiu abandonar o consultório em 1988, aos 35 anos de idade, para trabalhar na área de vendas da fabricante de medicamentos americana Sandoz. Vasella fez, então, uma carreira rápida e bem-sucedida e, em 1996, assumiu o comando da Novartis, empresa resultante da fusão da Sandoz com a Ciba-Geigy e uma das cinco maiores do mundo no setor. Anos atrás, durante uma entrevista, Vasella foi perguntado sobre como sua empresa conseguia criar os medicamentos de sucesso exigidos pelos investidores. Sua resposta foi tão direta quanto surpreendente. "Você cria um desejo", afirmou ele, como se estivesse falando de um produto de consumo como qualquer outro.

Quem fez a pergunta a Vasella foi a jornalista Melody Petersen, ex-repórter do The New York Times, especializada na cobertura da indústria farmacêutica. Depois de vários anos nesse privilegiado posto de observação, Melody decidiu revelar os meandros do bilionário mercado de saúde. O resultado está no recém-lançado Our Daily Meds — How the Pharmaceutical Companies Transformed Themselves into Slick Marketing Machines and Hooked the Nation on Prescription Drugs (numa tradução livre, "Os remédios nossos de cada dia: como as empresas farmacêuticas se transformaram em máquinas de marketing escorregadias e viciaram a nação em drogas prescritas"). Para Melody, os tempos quase românticos em que a indústria farmacêutica era movida por cientistas e médicos interessados em pesquisar a cura de doenças graves ficaram inexoravelmente para trás. Agora, o setor — fundamental para o bem-estar e para a longevidade — é dominado por marqueteiros. "Vender remédios, e não inventá-los, tornou-se a obsessão", diz ela.

As empresas parecem estar triunfando nessa nova missão. Em 2005, os americanos gastaram 250 bilhões de dólares em remédios vendidos sob prescrição médica — mais do que consumiram com fast food ou gasolina, por exemplo. Se comparado a outros países, esse volume é ainda mais impressionante. Os Estados Unidos gastam mais com remédios que Japão, Alemanha, França, Itália, Espanha, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, México, Brasil e Argentina — juntos. Em 2006, um americano tomou, em média, 12 remédios prescritos por médicos — em 1994, a média foi oito. Entre a população idosa, o índice chega a 30 drogas anualmente. Graças a essa epidemia, entre 1995 e 2002, a indústria farmacêutica foi o setor mais lucrativo da economia americana. Em 2004, segundo dados da revista Fortune, a cada dólar vendido pelas farmacêuticas, 16 centavos se transformavam em lucro — ante a média de 5 centavos dos outros setores.

Para alcançar esse resultado fabuloso, é preciso investir muito dinheiro. Uma das mais importantes frentes de batalha das companhias farmacêuticas é travada em Washington. Entre 1998 e 2004, a indústria farmacêutica gastou mais em lobby do que qualquer outro setor. Em 2004, o número de lobistas trabalhando para as farmacêuticas instaladas nos Estados Unidos somava o dobro de representantes do Congresso americano. Para a autora do livro, o efeito desse corpo-a-corpo é imediato. Os Estados Unidos são o único país desenvolvido que não controla o preço dos remédios vendidos sob prescrição. Além disso, são um dos raros países no mundo que permitem propaganda de remédios prescritos para consumidores (a Nova Zelândia é a outra exceção).

Com o caminho livre, as empresas investem fortunas para propagandear seus produtos. Segundo Melody, cerca de 25% do preço de um medicamento prescrito corresponde a gastos com marketing — a soma é maior que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, por exemplo. Um dos maiores exemplos da força dessa máquina foi o lançamento do Detrol, no final dos anos 90. Fabricado pela Pharmacia (que viria a ser comprada pela Pfizer), o Detrol surgiu para curar uma doença até então desconhecida dos americanos e batizada pelo fabricante de "bexiga hiperativa". Uma das preocupações iniciais dos executivos da Pharmacia foi que a doença não fosse confundida com a já conhecida incontinência — um mal que, para muitos médicos, não poderia ser tratado com medicamentos e que faria parte do processo natural de envelhecimento. Para isso, o primeiro passo foi arregimentar médicos. A Pharmacia organizou dois simpósios em Londres, em 1997 e em 1999, e bancou praticamente todas as despesas dos participantes. Alguns doutores chegaram a entrar na folha de pagamentos da empresa, como consultores ou palestrantes — prática amplamente utilizada pela indústria. Nesses dois encontros, os médicos definiram os sintomas do novo mal (um deles é ir ao banheiro mais de oito vezes em 24 horas). Uma vez criada a doença, era hora de torná-la conhecida do grande público. Além do boca-a-boca dos médicos, a Pharmacia contou com uma campanha publicitária que incluiu anúncios em revistas de circulação nacional e até a contratação da atriz Debbie Reynolds. A protagonista do filme Dançando na Chuva fazia questão de declarar em entrevistas que depois que começou a tomar o Detrol sua vida na estrada — ela ainda fazia turnês pelo país — tinha ficado muito mais fácil. (Debbie só não falava que alguns pacientes medicados com Detrol começaram a ter alucinações...)

Usar a imagem de gente famosa para promover remédios prescritos, aliás, tornou-se um dos expedientes mais usados pela indústria. A Bristol-Myers Squibb, por exemplo, contratou o ciclista Lance Armstrong. Vítima de câncer aos 25 anos de idade, ele venceu a doença e sagrou-se o maior campeão de todos os tempos da Volta da França, a prova ciclística mais tradicional do planeta. A Bristol tornou-se uma das principais patrocinadoras da Live Strong, ONG que Armstrong mantém para ajudar vítimas da doença — e o atleta começou a creditar sua recuperação a um remédio do fabricante. Depois de uma das vitórias do ciclista, a farmacêutica veiculou um anúncio em que dizia: "Este milagre foi trazido a você pela Bristol-Myers Squibb". A verdade, porém, não era exatamente essa. O tal milagre fora resultado de uma pesquisa da Michigan State University, feita com dinheiro do governo — e não uma descoberta da Bristol. À empresa farmacêutica coube apenas licenciar o produto e colocá-lo à venda.

O efeito colateral dessa avalanche de medicamentos é perturbador. Especialistas estimam que 100 000 americanos morram todos os anos por problemas decorrentes do uso de remédios. Feitas as contas, são cerca de 270 vítimas diariamente — o dobro das mortes causadas por acidentes com automóveis. "Os remédios com prescrição matam mais americanos que o diabetes ou o mal de Alzheimer", diz Melody. Para piorar, mesmo entupidos de remédios, os americanos não estão conseguindo aumentar sua expectativa de vida. Segundo a autora, em 1980 uma americana de 65 anos de idade tinha expectativa de vida maior do que quase todas as mulheres nascidas em outros países do mundo. Em 2002, numa avaliação da longevidade da população da qual participaram 30 países, as senhoras americanas ficaram com uma modesta 17a posição. A expectativa de vida dos homens nos Estados Unidos também caiu — um americano de 65 anos corre hoje o risco de morrer mais cedo que um mexicano da mesma idade.

Embora o livro tenha um quê de teoria conspiratória (lembra o estilo de País Fast Food, publicado pelo jornalista Eric Schlosser em 2001, que tinha como alvo a indústria de alimentação rápida dos Estados Unidos), parte da crítica feita por Melody começa a ser, de algum modo, reconhecida. Em junho, algumas das maiores companhias americanas, como Merck e Pfizer, concordaram em fazer uma espécie de moratória e suspender por seis meses a veiculação de anúncios de novos medicamentos vendidos sob prescrição médica. Além disso, elas vão reavaliar a participação de médicos em suas propagandas. Pode ser o começo de sua reabilitação.

O superlaboratório do Brasil

Após a supertele, o superlaboratório

 | 12.06.2008

O governo quer estimular a formação de uma grande empresa farmacêutica com capacidade de competir com as multinacionais. Há condições para isso?

 

Lailson Santos

Aché: uma "Gerdau farmacêutica" é possível?

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Por Roberta Paduan

EXAME Um plano alimentado pelo governo federal há pelo menos três anos, de fazer germinar um superlaboratório farmacêutico com capital brasileiro, parece ter ultrapassado as portas dos gabinetes oficiais e encontrado ressonância no setor. "Meu sonho é ver uma 'Gerdau' da nossa indústria", afirma José Ricardo Mendes da Silva, presidente do Aché, o maior laboratório nacional, referindo-se à siderúrgica gaúcha que se transformou numa das multinacionais mais proeminentes do país. No final de maio, um seminário sobre o setor de saúde promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ajudou a esquentar as conversas sobre possíveis fusões e aquisições nessa área. "Todo mundo está conversando com todo mundo, e nosso radar está ligado 24 horas por dia", diz Silva. No início de junho, ressurgiu um boato de que a Medley, terceira maior farmacêutica de capital nacional, estaria sendo vendida — especulação já aventada em duas outras ocasiões, em 2006 e no início deste ano. O presidente da empresa, Jairo Yamamoto, nega. "É natural que num debate sobre a consolidação da indústria a Medley e outras grandes sejam envolvidas", diz Yamamoto. "Mas, definitivamente, não estamos à venda e não há nenhuma negociação em curso."


Boataria à parte, tudo indica que a possibilidade de vender, comprar ou fundir-se com um concorrente está na ordem do dia das farmacêuticas brasileiras. Do lado do governo, o interesse em promover casamentos é explícito. "Queremos fortalecer essa e qualquer outra indústria brasileira, e isso não tem a ver com nacionalismo, mas com realismo", afirma Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. "No jogo do comércio global, é preciso ter empresas grandes e competitivas." No BNDES, o discurso é mais enfático. "Pretendemos funcionar como agente catalisador na formação de um grande laboratório brasileiro", diz Pedro Palmeira, do departamento químico e farmacêutico do banco. "O objetivo é que, no futuro, essa empresa seja capaz de lançar novos medicamentos e colocá-los nas farmácias, inclusive da Europa e dos Estados Unidos." A empresa sonhada teria de faturar pelo menos 3 bilhões de dólares, o triplo das receitas atuais do maior laboratório do país, e investir fortemente em pesquisa — o setor inteiro investe modestíssimos 285 milhões de dólares. No papel, a criação de uma empresa brasileira forte e competitiva no setor farmacêutico seria uma ótima notícia. Trata-se de uma área estratégica pelos benefícios que pode trazer à sociedade e ao desenvolvimento de uma cadeia de negócios dependente de pesquisa e inovação (veja reportagem na pág. 140).

Esse, para muitos, seria o mundo ideal. Mas não se pode deixar de lado o mundo das realidades, e nele responder a uma pergunta inescapável: diante das cifras bilionárias, tanto de faturamento quanto de investimentos em pesquisa que o setor de remédios envolve, há alguma chance de uma empresa brasileira despontar como competidora global? Alguns especialistas acreditam que sim — apesar do atraso histórico do país nesse setor. A crença está assentada em um pilar: as empresas brasileiras vêm crescendo nos últimos anos, e isso coincide com uma mudança tecnológica mundial que dá chance a novos empreendimentos. Segundo essa visão, as farmacêuticas locais estariam diante de uma espécie de janela de oportunidade — um conjunto de condições positivas que raramente se combinam. "Alguns laboratórios brasileiros conseguiram ganhar musculatura na última década e até superaram o faturamento das multinacionais que operam no país", afirma Gabriel Tannus, presidente executivo da Interfarma, associação que representa as farmacêuticas estrangeiras. Esse robustecimento, obtido com o advento dos genéricos, torna as empresas nacionais mais aptas a competir.

O desenvolvimento da biotecnologia também conta a favor dos emergentes. "O Brasil perdeu o jogo dos medicamentos sintéticos, mas o jogo da biotecnologia ainda está no começo em todo o mundo", afirma Silva, do Aché. A tecnologia de drogas sintéticas, que combina substâncias químicas, existe desde o século 19 e gerou quase todos os remédios que conhecemos hoje. A onda mais recente, que floresceu nos anos 80, cria remédios por meio da manipulação genética. Muda-se, portanto, da base química para a base biológica — o que abre espaço para novas empresas. Além desses fatores, conta positivamente um ambiente mais propício à pesquisa no país graças ao amadurecimento do conceito de proteção da propriedade intelectual a partir de 1996, com a Lei de Patentes — apesar de o próprio governo agir de maneira contraditória, como ocorreu no ano passado, quando um decreto presidencial suspendeu a licença de um remédio antiaids com patente ainda válida para que o Ministério da Saúde importasse um genérico da droga.

Fora do campo das oportunidades, é provável que as farmacêuticas brasileiras sejam obrigadas a mudar de patamar por pura necessidade. "A dinâmica mundial deixou apenas dois caminhos para as empresa do setor em todo o mundo: o da inovação e o da produção de genéricos", afirma Ciro Mortella, presidente da Febrafarma, federação que representa laboratórios tanto de capital nacional como estrangeiros. "Hoje, só empresas globais conseguem fazer pesquisa e desenvolvimento e, no futuro próximo, também só as globais conseguirão fabricar genéricos." Atualmente, gastam-se 900 milhões de dólares, em média, para criar um novo medicamento. Trinta anos atrás, esse custo ficava na casa dos 70 milhões. Não foi à toa que as multinacionais se fundiram e compraram umas às outras freneticamente a partir dos anos 90.

O desafio da escala
A criação de uma superfarmacêutica brasileira passa necessariamente por uma consolidação no setor. Compare o tamanho das maiores companhias estrangeiras com as nacionais (vendas em 2007)
As maiores do mundo (em dólares)
Pfizer 48 bilhões
GlaxoSmithKline 45 bilhões
Sanofi-Aventis 41 bilhões
Novartis 40 bilhões
AstraZeneca 29 bilhões
As maiores brasileiras (em dólares)
Aché + Biosintética 1 bilhão
EMS 590 milhões
Medley 424 milhões
Cristália 314 milhões
Biolab Sanus 263 milhões
Fontes: Febrafarma, Melhores e Maiores e empresas

Na seara dos genéricos, as empresas indianas e chinesas avançam rapidamente com ganhos de escala planetária. O recado, nesse caso, é que elas podem ocupar espaço no mercado brasileiro com preços baixos. Diante desse cenário, parece imperativo que a indústria farmacêutica nacional passe logo por um processo de consolidação. A comparação das maiores companhias globais com as grandes brasileiras mostra uma diferença abissal. Enquanto a Pfizer, líder mundial, teve receita de 48 bilhões de dólares em 2007, a Aché, maior brasileira, faturou pouco mais de 1 bilhão. Essa é uma das justificativas do BNDES para o plano de criação de um superlaboratório nacional. Os primeiros passos do governo nessa direção foram dados em 2004, quando o banco lançou um programa de financiamento ao setor, o Profarma. Isso ocorreu muito antes de surgirem as primeiras fumaças sobre a supertele, que culminaram com a compra da Brasil Telecom pela Oi, em abril deste ano — operação que o governo induziu claramente e que levou o BNDES a entrar com 2,6 bilhões de reais em crédito aos sócios da Oi. Por meio do Profarma, o banco já emprestou 1 bilhão de reais a projetos de modernização de laboratórios e a duas aquisições: a compra da Biosintética pelo Aché, em 2005, e a da Barrene pela Farmasa, em 2006. No final do ano passado, o programa foi renovado, agora com 3 bilhões de reais, metade para projetos de pesquisa e desenvolvimento e metade para operações de compra ou fusão de empresas nacionais.

Nem as oportunidades nem as ameaças, no entanto, serão capazes de mudar o perfil da indústria farmacêutica nacional se empresários brasileiros não se convencerem de que a transformação faz sentido. No rol de entraves para a criação de uma empresa global, a mentalidade do empresariado está em primeiro lugar. "Muitos empresários ainda preferem ter 100% de um negócio pequeno a 10% de um grande", afirma Palmeira, do BNDES. Até hoje, nenhum laboratório nacional abriu o capital. Quem chegou mais perto foi o Farmasa, que no final de 2007 recebeu como sócio o GP Investimentos — há poucos dias, a Hypermarcas, empresa de produtos de consumo, adquiriu o Farmasa. Aché e Medley estão entre os pouquíssimos com gestão considerada profissionalizada, contando com presidentes que não têm o sobrenome das famílias fundadoras.

Os bilhões fazem a diferença
Um dos desafios que o superlaboratório brasileiro terá é o investimento em pesquisa. Compare a diferença de orçamentos anuais (em dólares)
Total dos investimentos do grupo suíço Roche 7 bilhões
Conjunto das farmacêuticas que atuam no Brasil 285 milhões
Fontes: Febrafarma e Roche

Ninguém tem a resposta se haverá ou não no futuro um laboratório brasileiro global nem se o governo conseguirá atingir seus objetivos. Quanto a esse ponto, aliás, há uma polêmica. "Não acredito que o BNDES deveria colocar dinheiro público numa indústria que demanda tanto capital e apresenta tantos riscos quanto a farmacêutica", afirma o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do banco. "Existem áreas em que o país tem mais vantagens comparativas, que deveriam ser priorizadas." Entre os defensores da idéia, o argumento é que o BNDES pode ser apenas uma das fontes de recursos — como também pode ser o mercado de capitais — a dar as condições mínimas para um novo salto do setor. "Não se trata de um caminho fácil, mas considero perfeitamente plausível que o Brasil tenha uma Pfizer ou uma Roche daqui a 20 ou 25 anos", diz João Carlos Ferreira, diretor comercial da subsidiária da suíça Roche. "Quando eu lia a respeito da Embraer, na década de 70, achava um delírio o Brasil aspirar a ter uma indústria de aviões e, felizmente, eu estava errado." De fato, a Embraer — hoje uma das quatro maiores fabricantes de aviões do mundo — nasceu da iniciativa estatal, em 1969, e, privatizada, tornou-se símbolo da tecnologia de ponta nacional. Na época, vigorava no país o conceito de substituição de importações, atualmente um retrocesso, diante das práticas que moldam a globalização. O governo nega que esteja promovendo uma volta ao passado. "Não se trata de xenofobia, mas de estímulo para que a indústria brasileira, seja qual for a origem de seu capital, continue gerando emprego e tecnologia", diz Miguel Jorge.

My dream?

appsmania

posted by admin in Links Interessantes

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Descobri um site bem interessante para compartilhar com vocês: http://appsmania.com/

Ele traz uma explicação de poucas palavras, o nome do site, o link e um screen da tela principal de centenas de sites americanos com aplicações 2.0. Desde sites de ícones até ferramentas online de gerenciamento de projetos. Vale a pena.

Apr

8

Receba impresso, gratuitamente, o primeiro capítulo do livro Google Marketing

posted by admin in Livro Google Marketing

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Boa tarde, amigos,

Ainda não falamos sobre a função deste blog no processo de divulgação do livro. E, acreditem, essa é uma ferramenta que enxergamos um grande potencial para disseminação de informação. Para provar isso, pretendemos enviar o primeiro capítulo do livro impresso para 65 blogueiros nacionais. São pouco mais de 50 páginas de conteúdo. A seleção foi feita baseando-se na razoável experiência que temos sobre a blogosfera nacional.

O livro tem previsão de lançamento para o dia 30 de abril, e terá a divulgação baseada totalmente no mundo online. E uma dessas etapas se trata justamente do envio do primeiro capítulo aos blogueiros selecionados. Além disso, um sistema de filiação, para blogs também, está sendo estruturando - mais detalhes sobre isso em breve.

O conteúdo

O livro está dividido em três partes principais.

A primeira apresenta o novo consumidor e o novo mercado em que ele está inserido. Já a segunda traz informações completas sobre encontrabilidade, ou seja, as ferramentas como otimização de sites e campanhas de links patrocinados, utilizadas para que um determinado site seja facilmente localizado na internet por meio dos mecanismos de busca.

Por último, delineia os novos caminhos do marketing digital no Brasil, em que analisa o marketing viral e a produção de blogs, dentre outras ferramentas.

Os blogueiros selecionados

O critério utilizado para essa seleção foi simples: basicamente o conhecimento do autor e da equipe envolvida na divulgação sobre a blogosfera nacional. É claro que quando se esgotou a lista de blogueiros que conhecíamos o trabalho nos apoiamos nos rankings, com o do blogblogs, para conhecer alguns links de pessoas que fazem um trabalho legal.

Além disso, alguns blogrolls auxiliaram na tarefa. Provavelmente bons blogueiros que gostaríamos que recebessem passaram em branco. Estamos abertos a indicações de novos nomes, nos ajudem!

Bem, como eu disse nas linhas acima, nossa intenção é enviar o primeiro capítulo do livro, com capa original, para essas pessoas. Naturalmente, é preciso que nos enviem o endereço para que possam receber o material. Para isso, peço aos que se interessarem, que enviem nome e endereço completo pelo formulário de contato. Se preferirem, o e-mail leandro@publiweb.com.br também está a disposição para receber as informações. Além disso, qualquer tipo de dúvida pode ser encaminhada para esse e-mail. Vou passar no blog dos que enviarem o endereço e pedir uma confirmação, para evitar qualquer tipo de problema.

Peço, por gentileza, aos interessados, que enviem as informações o mais rápido possível. Precisamos mensurar quantas cópias serão enviadas. Espero que as 65. :)

30" segundos: http://www.30segundos.com.br/
AD!vertido: http://adivertido.com/
Aluísio Saboya Weblog: http://www.aluisiosaboya.com/
Arquitetura de Informação: http://arquiteturadeinformacao.com/
Arte de Blogar: http://www.artedeblogar.net/
Bender Blog: http://www.benderblog.com/
bernabauer.com: http://www.bernabauer.com/
Blablaismo: http://www.blablaismo.com/
Blog Ajuda: http://www.blogajuda.com.br/
Blog de Guerrilha: http://www.blogdeguerrilha.com.br/
Blog do Yassuda: http://yassuda.org/blog/
Blogando por Dinheiro: http://blosque.com/
BlogIsso! blogs: http://blogueisso.com/
Blue Bus: http://www.bluebus.com.br/
Boombust: http://boombust.hitechlive.com.br/
Brainstorm #9: http://www.brainstorm9.com.br/
Brasil SEO: http://www.brasilseo.com.br/
BrPoint: http://www.brpoint.net
Bruno Godoi: http://www.brunogodoi.com/blog/
Bruno Torres ponto net: http://brunotorres.net
CA'BIANCA: http://www.cabianca.net/
Carreira Solo: http://carreirasolo.org/
Cérebro Criativo: http://cerebrocriativo.blogspot.com/
Comunicadores de Plantão: http://www.comunicadoresdeplantao.blogspot.com/
Contraditorium: http://www.contraditorium.com/
Coxacreme: http://www.coxacreme.com.br/
CrisDias weblog: http://www.crisdias.com/
Dinheirama: http://dinheirama.com/
Dossiê Alex Primo: http://alexprimo.com/
E-Commerce Brasil: http://e-commercebrasil.org/
Efetividade.net: http://www.efetividade.net/
Em busca da palavra justa: http://www.savazoni.com.br/
Escrita torta em linha reta: http://escritatorta.em.blog.br/
Estagiaridade: http://www.estagiaridade.com/
Fabio Seixas, versão txt: http://blog.fabioseixas.com.br/
Falando Nisso: http://www.falandonisso.com/
Fator W: http://www.fatorw.com
Google Discovery: http://googlediscovery.com/
Gulp: http://gulp.com.br/
Ice Cream Now: http://www.icecreamnow.com.br/
Ideavertising: http://www.ideavertising.com.br/
Insanus.org: http://www.insanus.org/
InterNey: http://www.interney.net/
LadyBug Brazil: http://www.ladybugbrazil.com/
Leo Baiano: http://www.blog.ljunior.com/
Louco Não, Publicitário: http://www.louconaopublicitario.com/
Marketing de Busca: http://www.marketingdebusca.com.br/
Marketrix: http://www.marketrix.net/
Meio Bit: http://www.meiobit.com/
Oh! Blog: http://www.ohcomunicacao.com.br/blog/
Oito Passos: http://oitopassos.com/
Papo de Homem: http://papodehomem.com.br/
Pensar Enlouquece, Pense Nisso: http://www.interney.net/blogs/inagaki/
Poucas&Boas: http://www.poucas-e-boas.com/
Quero ter um blog: http://www.queroterumblog.com
Receita do Sucesso: http://www.receitadosucesso.com/
Reflexões Digitais: http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/
Revolução Etc: http://revolucao.etc.br/
Shirakashi: http://shirakashi.wordpress.com/
Sim Viral: http://www.simviral.com/
Techbits: http://www.techbits.com.br/
TecnoBlog: http://tecnoblog.net/
Tecnocracia: http://tecnocracia.com.br
Tiago Dória Weblog: http://www.tiagodoria.ig.com.br/
Undergoogle: http://undergoogle.com
Usabilidoido: http://www.usabilidoido.com.br/
ViuIsso?: http://www.viuisso.com.br/
Xiscando: http://www.xiscando.com/

Um abraço,

Leandro

 

Testa o teu pé...

Será que o seu pé direito é inteligente?

O que se segue é tão engraçado que desafia qualquer compreensão lógica.

Aposto que irá tentar pelo menos cinquenta vezes para ver se consegue contrariar o seu pé.

 

Mas sem sucesso!!! Experimente…

 

1.    Então é assim: está sentado na sua cadeira junto a secretária. De seguida, levante o seu pé direito do chão. Uma vez o pé no ar, faça círculos com o mesmo, no sentido dos ponteiros de um relógio.

2.    Ao mesmo tempo, desenhe com a sua mão direita o número 6 no ar. O seu pé muda de direcção!!!

3.    Como já lhe tinha dito, não há nada que se possa fazer…

 

Envie este e-mail aos seus amigos… Também não irão acreditar, experimentando várias vezes com imensa piada, para eles assim como para quem assistir.

Dizer a frase certa

Acordei com uma imensa ressaca e do lado da cama tinha um copo d'água e duas
aspirinas. Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada. O quarto
estava em perfeita ordem. Havia um bilhete de minha mulher: 
- Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.
Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim. Perguntei à minha
filha:
- O que aconteceu ontem?
- Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no
tapete da sala, quebrou móveis, urinou na cristaleira antes de chegar no
quarto.' 
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para
a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?'
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua
calça, você gritou:
- NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU CASADO ! ! ! ! 
Ressaca - 70,00 reais
Móveis destruídos - 5.000,00 reais

Café da manhã - 30,00 reais
Dizer a frase certa no momento certo - Não tem preço!


 


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Pensamentos sobre o Casamento

 
 

1. Li recentemente que amor é um assunto de química. Deve ser por isso que minha mulher me trata da mesma forma como trata os resíduos tóxicos.
David Bissonette
 
2. Quando um homem te rouba a mulher, não há
 melhor vingança do que deixar que fique com ela.
Sacha  Guitry. 
 
3. Após o casamento, o homem e a mulher tornam-se as
 duas faces da mesma moeda: não se podem ver mas  permanecem juntos.
Hemant Joshi. 
 
4. De qualquer das maneiras casa-te. Se arranjares uma boa mulher, serás feliz. Se arranjares uma má esposa, tornar-te-às um filósofo.
Sócrates. 
 
5. As mulheres inspiram-nos para grandes coisas, e
 previnem-nos de alcançá-las.
Dumas.. 

6. A grande questão... a que nunca fui capaz de responder é: 'O que é que uma mulher quer?
Sigmund Freud
 
7. Troquei algumas palavras com minha mulher e ela
 trocou alguns parágrafos comigo.
Anónimo. 
 
8. 'Algumas pessoas costumam perguntar o segredo do
 nosso longo casamento e eu lhes respondo: Vamos ao restaurante 1 vez por semana para um jantarzinho à  luz de vela, um pouco de música e dança. Ela vai às terças, eu vou às sextas.'
Henny Youngman. 
 
9. 'Não estou preocupado nem assustado com o
 terrorismo . Já estive casado por 2 anos....'
Sam Kinison
 
10. 'Há uma maneira muito mais fácil e rápida de transferir fundos que é ainda melhor que as caixas automáticas: Chama-se casamento .'
James Holt McGavran
 
11. 'Tive pouca sorte com as minhas 2 mulheres. A
 primeira foi-se embora e a segunda não quer me deixar .'
Patrick Murray
 
12. Dois (2) segredos para manter brilhante o teu
 casamento: 
a. Mesmo que não estejas errado, admite que estás
b. Mesmo que estejas certo, mantém-te calado.
Nash. 

13. A maneira mais eficaz de lembrar o aniversário da sua esposa é esquecê-lo uma vez.
Anónimo 
 
14. Sabem o que fiz antes de me casar? Tudo o que
 queria fazer!
Henny Youngman
 
15. Eu e minha mulher fomos felizes por 20 anos. Depois encontrámo-nos...
Rodney Dangerfield
 
16. Uma boa esposa perdoa sempre o seu marido quando
 ela estiver errada!
Milton Berle
 
17. O casamento é a única Guerra onde os inimigos dormem juntos!
Anónimo. 
 
18. Um homem colocou um anúncio dizendo: 'procura-se
 mulher'. No dia seguinte recebeu centenas de cartas.   Todas diziam a mesma coisa: 'podes ter a minha'
Anónimo. 
 
19. O 1º tipo (todo orgulhoso) diz: 'Minha mulher é um anjo!' O 2º tipo diz: 'Tens muita sorte, a
   minha ainda está viva.' 
 

Queres fazer parte do Grupo da "Ordem" dos Vendedores, no LINKEDin?

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Se tiveres dúvidas,

contacta-me

geral@ordemdosvendedores.com

 

Paulo Silva de Pombal

 
 
 

Costumas dar o primeiro passo?

Já alguma vez deste o primeiro passo?
Os exemplos vêm donde menos se espera.
Vê o vídeo.(Sim, outra vez, mesmo que o já o tenhas visto)
 
Vender, também é juntar forças!
 
Paulo Silva de Pombal
 

Usa filtro Solar (Versão falada em português - do Brasil)

 
 
 

SJ

 

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Sua marca é autêntica?


Em março deste ano, a revista Time dedicou reportagem de capa às 10 Idéias Que Estão Mudando o Mundo. Mais do que o dinheiro ou as decisões políticas - alerta a publicação americana - são as soluções criativas que moldarão os rumos do planeta daqui para a frente, na gestão sustentável, nos mercados, na cultura ou até mesmo na religião. Em Português
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15 blogs sobre empreendedorismo que vale a pena conhecer.

 


É tudo gringo, mas, se você quer estar a frente, vire-se no inglês.Do Wall Street Journal em inglês
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Cidadadela - português

 

Parecemos animais?!?

 
34 milhoes de visualizações, no youtube...................(até hoje)
Paulo

Nem só de técnicas de vendas, vive o Vendedor

De Fernando Pessoa,
 
" Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas,
não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo,
e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
 
 
"Vender, também é poesia!"
Paulo Silva de Pombal

O conceito low cost chega as piscinas

 
 
O conceito low cost chega as piscinas


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Musical de Improviso - O guardanapo

 

Hábitos Zen

 

About

"We are what we repeatedly do. Excellence then, is not an act, but a habit."
Aristotle

My name is Leo Babauta, I'm married with six kids, I live on Guam, I'm a writer and a runner and a vegetarian and I love writing Zen Habits.

Zen Habits covers: achieving goals, productivity, being organized, GTD, motivation, eliminating debt, saving, getting a flat stomach, eating healthy, simplifying, living frugal, parenting, happiness, and successfully implementing good habits. http://zenhabits.net/

Toastmasters

Planeamento online - Aplicação de software

 

Como não usar o Power point

www.youtube.com

Exprima-se. Crie um blog.

Email temporário + Software Gestor de projectos

Email temporário.
Alguma vez na vida você precisou de um email temporário que durasse apenas algumas horas? MintEmail.com oferece exatamente esse tipo de serviço, confira. Em Inglês

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Gerenciador de Projetos baseado na web.
LiquidPlanner, depois de vários meses em beta teste, entra em alfa teste, ou seja, tá no ar. Confira. Software web based para gerenciamento de projetos. Em inglês

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Gerenciador de biblioteca. BR

Gerenciador de biblioteca.
Web site muito bacana que você pode usar para catalogar os livros da sua biblioteca, além de compartilhar com outras pessoas, e descobrir novos livros. Muito bom! Em inglês

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Do zero a mais de 2 mil assinantes em 90 dias. (BiZRev)

 


 Confira como uma blogueira multiplicou a sua base de assinantes em 90 dias. Problogger em inglês
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A Practical Guide to Branding

Define your brand identity—your product's "personality"—before you spend a dime on advertising or marketing